domingo, 12 de setembro de 2010

Xapuri e seus amadores


É lamentável fazer comentários de mau grado em relação ao meu Município mas é de fundamental importância.
No que pese o comparecimento das pessoas no Carnaval Fora de Época em nossa cidade, infelizmente, as pessoas que são responsáveis pela organização ainda não entenderam da necessidade de uma estrutura compatível com a festa.
Durante a realização da mesma não foram disponibilizados banheiros químicos o que fez com que as pessoas que se dirigiram para esta cidade e a nossa própria população tivessem que se utilizar de qualquer local para fazer suas necessidades fisiológicas.
Os banheiros da nossa rodoviária ficaram um verdadeiro mar de urina sem nenhuma pessoa que pudesse pelo menos fazer uma limpeza.
Tal fato, perante os olhos das pessoas que vêm de outros municípios é vergonhoso, ao mesmo tempo em que, infelizmente, nossa comunidade já está acostumada com as trapalhadas da administraçao local.
Acho estranho o fato de nenhum Vereador fazer qualquer fiscalização e manifestação a esse respeito, o que, diga-se de passagem é normal dos nossos representantes que não fazem absolutamente NADA.
Isso é uma vergonha.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Independência ou escada


Ao chegar em Xapuri na data de ontem, busquei as festividades que iriam ser organizadas pela Prefeitura Municipal de Xapuri em relação ao Dia da Independência.
Logo me lembrei do meu tempo de juventude, quando, no dia 07 de setembro, pela parte da manhã, as Escolas e a população em geral se concentravam em frente ao Ginásio Anthero Soares Bezerra.
Ali víamos apresentações de todas as Escolas, além da Policia Militar que dava um show à parte e a nossa Banda de Música Dona Júlia Gonçalves Passarinho.
Tudo era feito nós mínimos detalhes, tanto por parte do Poder Executivo Municipal que dava total apoio às festiviades, quanto pelas própiras escolas que trabalhavam o ano inteiro para fazerem apresentaçôes maravilhosas.
Na data de hoje, vi o avesso do avesso do avesso, como bem diz Caetano Veloso em sua canção "Sampa", do que ocorria em datas pretéritas.
Na programação, observei que antigos membros da Banda de Música Municipal seriam homageados, no entanto, não vi qualquer deles se encontrarem presentes. Sinceramente, essa é a primeira vez que vejo alguém ser homageado sem comparecer no local do evento.
Ademais que as comemorações saíram do horário matutino para o horário vespertino/noturno. Até aí nada contra, até porque entendo que esse último horário é bem mais saudável. No entanto, não posso deixar de ressaltar a falta de organizaçao por parte da Secretaria responsável pela organização do evento.
Imaginem uma apresentação de Dia da Indepedência feita à noite, com o local em que estava sendo realizado o evento sem iluminária adequada. Uma total falta de respeito não só ao público que saiu de suas casas para assistir, bem como com os integrantes de bandas e fanfarras que se apresentaram.
A cena mais deprimente que pude observar foi ver, juntamente com outras pessoas que se encontravam no local, o mandatário municipal, manejando, uma escada tentando resolver o problema da iluminária. Isso é uma Vergonha, como bem diz Boris Casoy.
Espero que no próximo ano, os Secretários do Poder Executivo Municipal pelo menos se ocupem em manejar a escada para o nosso Prefeito.
Feliz Dia da Independência.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

FERIAS EM XAPURI


Depois de muito tempo, finalmente vou passar uns dias de férias na minha cidade.
Há tempos vinha me programando, no entanto, por circunstâncias alheias a minha vontade não havia sido possível.
Vou sentir o prazer pela manhã de tomar um café com pão-de-milho na banquinha da Dona Maria, rever meus amigos (não vou citar nomes para não cometer o erro de esquecer de algum), visitar meus amigos de Poder Judiciário, Prefeitura, rever meus amigos de tempos de banda, de futebol., ir no Mirantes, no Forró do Juvenal. enfim.
Vão ser cinco dias, mas tenho a certeza que irei desfrutar muito desse momento.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Isso é uma vergonha

Mais uma vez a população de Xapuri é vítima da falta de respeito por parte do fornecedor de energia.

O mais interessante disso tudo é que não vi (posso até estar enganado e se estiver me perdoem0) e nem ouvi qualquer clamor ou manifestação dos representantes de nossa cidade, falo de Vereadores e Prefeito Municipal.


Parece que nada está acontecendo. Parece que tudo está em um verdadeiro mar-de-rosas.


Cansei de falar, prometi pra mim mesmo que não iria mais falar, mas vou falar. ISSO É UM VERGONHA tanto dos Vereadores quanto do Prefeito Municipal.


Infelizmente nossa cidade está jogada às traças sem representante nenhum e sem ninguém que possa nos socorrer.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A Estrada do Pacífico

Não tenho muita lembrança do ano, mas me recordo que tinha 12 ou 13 anos de idade, quando ouvi em Xapuri, na Praça em frente à Casa Branca, o candidato a Senador Zamir Teixeira falar pela primeira vez na hipótese de se ligar o Acre ao Pacífico.


Pela minha idade, não tinha noção em termos econômicos de mensurar o significado da abertura da hoje "Estrada do Pacífico". Para alguns candidatos da oposição aquilo era uma loucura. Hoje é uma realidade e tenho que dizer que o Zamir Teixeira tinha razão.


A ideia de se fazer a integração econômica entre o Brasil, tendo como porta de saída e entrada o Estado do Acre é simplesmente fantástica não fossem alguns pontos que passarei a expor.


Imagino que a ideia seria mais eficaz se tivéssemos, ao longo do tempo, preparado o Estado do Acre primeiramente em relação à economia interna. Nenhum governo, objetivamente, preparou o Acre economicamente para o tamanho das possibilidades ofertadas pela Estrada do Pacífico.


Nosso Estado, infelizmente, desde a Revolução Acreana, em nenhum momento se preparou para ser forte economicamente. Exemplo disso é o fato de consumirmos arroz, feijão, milho dentre outros cultivos de fora do nosso Estado, por falta de uma política agrícola verdadeira.


Esta semana, quando cheguei em uma clínica médica, vi uma revista denominada "Isto É Dinheiro Rural" e pude constatar na sua edicação n° 65/2010, que o Estado do Piaui - onde a maioria de suas terras são áridas - em razão do incentivo do Governo daquele Estado, atrelado aos pequenos e grandes produtores agrícola se tornou um dos maiores produtores de milho do Brasil. Para se ter uma ideia o investimento foi tão grande que segundo Altair Fianco, as terras do Piaui, hoje, conseguem ter um rendimento em termos de produção e lucro maior e de melhor qualidade do que as terras do Mato Grosso. Fico a indagar por que nosso Estado em termo agrícola nunca decolou?


Estamos na cara do gol - como dizem os narradores esportivos - com a Ásia que tem simplesmente mais de 3,95 bilhões de habitantes. Como do conhecimento de todos, os asiáticos são os maiores consumidores de arroz do mundo pela sua própria cultura.


Cerca de 150 milhões de hectares de arroz são cultivados anualmente no mundo, produzindo 590 milhões de toneladas, sendo que mais de 75% desta produção é oriunda do sistema de cultivo irrigado. O arroz é considerado o cultivo alimentar de maior importância (valor econômico) em muitos países em desenvolvimento, principalmente na Ásia e Oceania, onde vivem 70% da população total dos países em desenvolvimento e cerca de dois terços da população subnutrida mundial. É alimento básico para cerca de 2,4 bilhões de pessoas.



A América Latina ocupa o segundo lugar em produção e o terceiro em consumo. Assim como na Ásia, o arroz é um produto importante na economia de muitos dos países latino-americanos pelo fato de ser item básico na dieta da população, como nos casos do Brasil, Colômbia e Peru, ou por ser um produto importante no comércio internacional, como no de Uruguai, Argentina e Guiania, como exportadores, e de Brasil, México e Cuba, entre outros, como importadores.



Temos que buscar experiências em relação à cultura do arroz com Roraima e o Rio Grande do Sul que trabalha o arroz no sistema irrigado.



O arroz, a semelhança do milho e da soja, são culturas anuais com um período produtivo entre 5 e 7 meses. Seu plantio deve ser efetuado no período de setembro a novembro e sua colheita, da janeiro a março. As cultivares mais adequadas às condições da região são: arroz-caiapó, rio verde ou progresso, com uma produtividade estimada em 2,4 t/ha para o arroz sequeiro e 6 t/ha para o arroz irrigado.

Temos que pensar rápido nesse Comércio do outro lado que está a nos esperar. Não podemos servir apenas de corredor de exportação para outras Unidades da Federação e nos conformarmos apenas com os impostos deixados em nosso Estado.

Temos terra para cultivar, falta apenas darmos as condições necessárias, iniciando-se pela pedagógica de que "tudo que aqui se planta dá".

domingo, 15 de agosto de 2010

Viajando

Aos filhos e amigos xapurienses peço desculpas por não me encontrar postando. Por questões de saúde estou em Goiânia, mas uma vez retornando ao nosso Acre, reiniciarei minhas postagens.
Agradeço de coração às pessoas que visitam o meu blog, deixando claro que esse espaço serve para fazer o melhor pela nossa terra e pelo nosso povo.